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Livro ilustrado explica antropologia e diversidade dos povos para crianças e jovens

Divulgar a arqueologia e suas especialidades de forma simples, objetiva e divertida para o público infantojuvenil é o objetivo do livro ilustrado Rentchin, novo projeto do Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva (LAAAE) da USP lançado nesta segunda-feira, dia 19 de abril, durante a Semana da Diversidade Indígena.

Rodrigo Elias Oliveira, coordenador do Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva e autor do livro – Foto: Arquivo pessoal

A obra, escrita pelo pesquisador Rodrigo Elias Oliveira e ilustrada por Nat Grego, conta a história de um jovem indígena que ingressa na universidade e trilha seu caminho unindo os saberes tradicionais ao conhecimento acadêmico. E na transformação do curumim em um grande arqueólogo, algumas pessoas se mostram fundamentais para seu entendimento do mundo, como o pajé, a professora de ciências, seus amigos de faculdade e principalmente o seu bisavô (através de um sonho).

“O objetivo do livro é a divulgação da ciência — que é uma parte importante do laboratório — para um público mais jovem, com informações precisas, corretas, mas passadas de forma leve”, diz o autor. Mas, para além da divulgação científica, Oliveira ressalta a importância da inclusão no livro. O pesquisador teve o cuidado de retratar personagens femininos e negros em papéis importantes durante a história — até mesmo a história do personagem principal, cujo nome é o mesmo do título do livro, busca afastar o estigma negativo criado sobre a população indígena.

Rodrigo Oliveira é formado pela Faculdade de Odontologia (FO) da USP, mas desde 2006 trabalha com arqueologia. Hoje, é um dos três coordenadores do LAAAE, onde realiza pesquisas ligadas à saúde, nutrição e qualidade de vida na área da bioantropologia. O laboratório trabalha de forma interdisciplinar com pesquisadores do Instituto de Biociências e do Museu de Arqueologia e Etnologia para estudar o fenômeno humano com ênfase em seus aspectos ambientais e históricos.

Leia mais, no Jornal da USP

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